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No terceiro Fórum Público-Privado de Biocombustíveis e Bioenergia em Córdoba, com mais de 250 participantes, os oradores pediram que a Câmara dos Deputados da Argentina aprecie a nova lei nacional de biocombustíveis, que já recebeu meia-sanção no Senado, com o objetivo de ter uma nova lei até o fim do ano. A senadora Flavia Royón, presidente da Comissão de Energia e Mineração do Senado, disse que o projeto liberaria US$500 milhões em investimentos, mais usinas e desenvolvimento em Salta, Tucumán, Jujuy, Córdoba e Santa Fe, e chamou o marco atual de restrição, afirmando que um marco mais competitivo também deveria abranger biometano e combustível de aviação. O ministro de Infraestrutura de Córdoba, Fabián López, disse que o debate passou da teoria para a possibilidade concreta de um novo marco legislativo, descrevendo o momento como decisivo após a meia-sanção do Senado.
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A Incobrasa Industries concluiu uma grande expansão de sua usina de biodiesel em Gilman, Illinois, elevando a capacidade anual de 75 milhões de galões para 170 milhões de galões, com a capacidade ampliada entrando em operação no início de outubro. A expansão segue a ampliação da capacidade de processamento de soja da empresa em Gilman, voltada a processar soja cultivada nos Estados Unidos em produtos alimentícios, forrageiros e combustíveis. O artigo relaciona o investimento à demanda interna sob o Padrão de Combustíveis Renováveis (RFS) e cita representantes da NOPA, da Incobrasa e da Associação de Soja de Illinois, que afirmam que a medida beneficia os mercados agrícolas, os empregos rurais e a segurança energética dos Estados Unidos.
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O Senado da Argentina aprovou um projeto de lei de biocombustíveis e o enviou à Câmara dos Deputados. O projeto declara de interesse público a fabricação, o armazenamento, a mistura, a comercialização e o autoconsumo de biocombustíveis, e fixa cotas de mistura obrigatórias e escalonadas: uma mistura mínima inicial de biodiesel de 7,5%, que subirá para 10% doze meses após a entrada em vigor da lei. Um regime transitório se estenderá até 2036, quando será liberada a livre concorrência no mercado. O projeto foi aprovado na votação em geral por 41 votos a favor e 25 contra. Também abre a desregulamentação de energias renováveis complementares, como o biometano para injeção em gasodutos e o combustível sustentável de aviação (SAF).
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No primeiro fórum SAF-Mex, o diretor-geral da Aeropuerto y Servicios Auxiliares (ASA), Carlos Manuel Merino Campos, disse que a ASA, principal fornecedora de combustível de aviação do México, está impulsionando usinas especializadas de combustível sustentável de aviação (SAF) na Cidade do México e em Cancún, para cumprir o Plan México e os compromissos internacionais de gases de efeito estufa. Ele disse que o México forneceu 5,4 bilhões de litros de combustível de aviação no ano passado, metade importada. O subsecretário de planejamento e transição energética da Secretaria de Energia, Jorge Marcial Islas Samperio, disse que o México tem contemplada a rota e os recursos para ter combustível amigável ao meio ambiente. A subsecretária de Comunicações e Transportes, Tania Carro Toledo, disse que os combustíveis alternativos avançados podem gerar economias significativas de CO2 sem competir com a produção de alimentos por terra e água.
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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) do Brasil restabeleceu uma proibição de 24 meses à compra e venda de biodiesel entre distribuidores de combustíveis. A AliançaBiodiesel, aliança criada por Aprobio e Abiove, saudou a decisão, dizendo que ajuda a combater as chamadas “bionotas” — transações apenas no papel, sem movimentação física correspondente de biodiesel nem mistura efetiva no diesel A. A aliança disse que a restrição reforça a rastreabilidade do produto e garante que o biodiesel usado na mistura obrigatória seja de fato produzido, vendido e entregue sob as regras da ANP. O presidente da Aprobio, Jerônimo Goergen, disse que tais práticas prejudicam empresas cumpridoras, distorcem a concorrência, reduzem a transparência do mercado e prejudicam as receitas públicas. O presidente executivo da Abiove, André Nassar, disse que a decisão traz a segurança jurídica e a previsibilidade regulatória de que o setor precisa. A aliança defende tornar a proibição permanente após análise de impacto regulatório, consulta e audiência pública.
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Um estudo publicado na Nature Communications conclui que nenhum dos roteiros atualmente propostos para a mitigação climática na aviação coloca o setor dentro de sua parcela dos limites planetários da Terra. Ao avaliar cenários da ICAO, da ATAG e da iniciativa ReFuelEU Aviation da UE, os autores constatam uma transgressão sistemática dos dois limites centrais, a mudança climática e a integridade da biosfera, independentemente do enredo, do princípio de alocação ou da via de produção de biocombustíveis. Os impactos históricos da aviação entre 1940 e 2022, por si sós, já transgridem esses limites sob a alocação baseada na ética. Depois de 2022, o querosene fóssil impulsiona a transgressão, enquanto os encargos ambientais dos biocombustíveis e dos e-combustíveis dependem fortemente das vias de produção. Os autores concluem que melhorias tecnológicas por si sós são insuficientes e que são necessárias ações combinadas, incluindo medidas ambiciosas do lado da demanda. Segundo os cenários do estudo, o tráfego aéreo precisaria encolher 8,6% ao ano para que outros limites planetários fossem respeitados.
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A Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul (Seapi) instituiu a Câmara Setorial da Cadeia de Produção de Oleaginosas e Biodiesel, um fórum consultivo permanente de diálogo entre governo, produtores, cooperativas, indústria, instituições de pesquisa e outros elos da cadeia no estado. Com a nova câmara, a Seapi passa a coordenar 24 câmaras setoriais. A câmara contribuirá para formular, acompanhar e avaliar políticas públicas de produção, industrialização e comercialização de oleaginosas e biocombustíveis, e para promover pesquisa, inovação tecnológica, transferência de conhecimento e boas práticas, bem como caminhos para superar gargalos de produção, logística, regulação e mercado. Entre os membros convidados estão secretarias estaduais, Famurs, Mapa, Fiergs, Farsul, Fetag, Ocergs, Emater/RS-Ascar, universidades federais, Banrisul, Banco do Brasil, Sicredi, Aprosoja RS, Embrapa, Senar, Sebrae, Acergs, Aprobio, Abrascanola e Sindienergia-RS. A participação é serviço público não remunerado. A criação foi anunciada pelo secretário Marcio Madalena na primeira abertura nacional da colheita de canola.
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Começou a construção do complexo de biodiesel Soli3 em Cruz Alta, no noroeste do Rio Grande do Sul, Brasil. O projeto, de R$ 1,25 bilhão, é uma joint venture das cooperativas Cotrijal, Cotripal e Cotrisal. A terraplenagem está adiantada e a construção civil deve começar dentro de dias, com o início da produção previsto para maio de 2028. A planta processará inicialmente apenas soja, com equipamentos adaptáveis à canola após pequenos ajustes. Cruz Alta foi escolhida pela ferrovia que atravessa a cidade, que o artigo descreve como o único trecho em operação do estado. Os parceiros também preveem replicar ou ampliar a planta no futuro. O artigo não informa nenhum número de capacidade.
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Economistas da American Soybean Association modelaram os preços da soja dos EUA em relação aos níveis de demanda do ano comercial 2023/24. A demanda exportadora mais fraca cortou os preços da soja em um valor líquido estimado de 0,87 dólar por bushel em 2024/25 e de 1,38 a 1,81 dólar em 2025/26, enquanto a crescente demanda interna por biocombustíveis adicionou 0,22 dólar em 2025/26 e 0,42 dólar projetado em 2026/27. Somente no caso projetado de 2026/27 — condicionado às estimativas WASDE de outubro de 2026 do USDA, incluindo a retomada das compras chinesas — a combinação se torna líquida positiva, em cerca de 0,18 dólar por bushel. O uso de óleo de soja para biocombustível subiu de quase 8,9 bilhões de libras em 2020 para cerca de 14 bilhões de libras em 2025. A análise atribui parte da queda das exportações ao aumento da produção brasileira e à disrupção comercial com a China; a China está a caminho de comprar pouco mais de 12 milhões de toneladas métricas em 2026/27, ante 22 milhões ou mais historicamente.
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O administrador da EPA, Lee Zeldin, anunciou a publicação da proposta de regra de realocação de isenções adicionais de 2025 para pequenas refinarias. A EPA propõe acrescentar volumes suplementares aos Padrões de Combustíveis Renováveis vigentes para que os padrões finalizados em 1º de abril deste ano não sejam corroídos pelas isenções para pequenas refinarias concedidas em 31 de agosto. A EPA propõe e coloca em consulta dois enfoques para realocar 100% da diferença de 770 milhões de RIN entre as isenções de 2025 estimadas e as concedidas: dividir o volume suplementar entre as obrigações de 2026 e 2027, ou acrescentar todo o volume suplementar às obrigações de 2027. A Clean Fuels Alliance America saudou a proposta e instou a EPA a finalizar a adição de volumes suplementares tanto a 2026 quanto a 2027.
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A IATA, a Airbus e a Accenture divulgaram em Bruxelas um estudo sobre o mercado de certificados de atributos ambientais do combustível sustentável de aviação, argumentando que as compras corporativas desses certificados poderiam se tornar uma nova fonte de financiamento do SAF. O estudo estima que as compras corporativas poderiam sustentar de 1 milhão a 1,9 milhão de toneladas de SAF até 2030, ante cerca de 323000 toneladas em 2024. Os preços dos certificados, a falta de clareza nas regras de contabilidade de carbono e a complexidade das compras continuam sendo os principais obstáculos; o estudo pede regras contábeis claras, rastreabilidade interoperável e compras mais simples. A demanda corporativa por si só não fechará a lacuna, e o apoio governamental e o crescimento da capacidade continuarão sendo necessários.
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Dados do MPOB mostram que os estoques totais de óleo de palma da Malásia subiram 691835 toneladas (+24,54%) em setembro, para 3,51 milhões de toneladas, ante 2,8 milhões de toneladas em agosto; os estoques de CPO subiram 31,88%, para 2,16 milhões de toneladas. A produção de CPO cresceu 16,48%, para 2,11 milhões de toneladas, enquanto as exportações de óleo de palma caíram 12,13%, para 1,22 milhão de toneladas, e as exportações de biodiesel despencaram 91,69%, para 2930 toneladas.
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Um livro branco da General Index e da LSEG conclui que o B30 (30% de biodiesel UCOME, 70% de VLSFO) ficou 74,61 dólares por tonelada mais barato que o VLSFO convencional em Roterdã em abril, incluindo o EU ETS e os possíveis custos do FuelEU Maritime, depois de custar de 11 a 27 dólares a mais nos três meses anteriores. O B100 UCOME foi negociado com desconto em relação ao gasóleo marítimo por oito semanas entre março e maio; os autores alertam que isso foi temporário, não uma mudança permanente. Os preços do SAF subiram 636 dólares por tonelada entre fevereiro e março, e a aviação precisaria de preços de carbono próximos de 445 dólares por tonelada de CO2e para fechar a diferença entre o SAF e o querosene.
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A Topsoe assinou um acordo de licenciamento para fornecer tecnologia de hidrotratamento de querosene para coprocessamento na refinaria de Mumbai da Bharat Petroleum. A BPCL vai reformar seu hidrotratador de querosene de 4000 toneladas por dia para coprocessar 5% de óleo de cozinha usado junto com matéria-prima convencional, produzindo SAF com a infraestrutura existente. A decisão final de investimento foi tomada, a reforma está em andamento e o comissionamento está previsto para o fim de 2026; o SAF abastecerá voos internacionais que partem de aeroportos indianos antes do cumprimento do CORSIA em 2027 e da meta de mistura de 1% de SAF da Índia para 2027.
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A associação indonésia de óleo de palma GAPKI publicou os preços das commodities no fechamento das bolsas e dos mercados físicos em 13 de outubro de 2026, para entrega em outubro de 2026. A soja CBOT ficou em 1283.6 centavos de dólar por bushel e o óleo de soja em 67.67 centavos por libra. O óleo de palma bruto de origem indonésia/malaia no mercado da UE, CIF Roterdã, foi de 1570 dólares por tonelada (12 de outubro). A oleína RBD de origem malaia, FOB Malásia, foi de 1161.25 dólares por tonelada em 12 de outubro e de 1167.50 em 13 de outubro. O CPO MDEX foi de 4200 ringgit por tonelada em 12 de outubro e de 4398 em 13 de outubro. O CPO ICDX foi de 15000 rúpias por kg em 12 de outubro e de 14960 em 13 de outubro. O OLE JFX foi de 18420 rúpias por kg em 12 de outubro e de 18415 em 13 de outubro. O CPO da KPB Nusantara, entregue, foi de 14775 rúpias por kg (12 de outubro). Taxas médias por dólar: 4.087 ringgit e 17884 rúpias em 12 de outubro; 4.082 ringgit e 17899 rúpias em 13 de outubro.
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A Mazda Motor Corporation anunciou que seu projeto de P&D «Development of High-Density Microalgal Biofuel» foi selecionado para o programa do ano fiscal de 2026 da NEDO, o órgão do governo japonês que financia a comercialização de tecnologias de economia de energia para a descarbonização. O projeto visa um biodiesel renovável HVO refinado a partir de lipídios de microalgas. A Mazda, que pesquisa biocombustíveis de algas desde a década de 2010 junto com a Universidade de Hiroshima e o Instituto de Tecnologia de Tóquio, liderará a cadeia a montante — cultivo de alta densidade, colheita, secagem e extração de lipídios —, enquanto a Idemitsu Kosan estudará o refino dos lipídios extraídos para convertê-los em combustível utilizável. A Mazda afirma ter validado a produção de mais de um litro de combustível em cerca de duas semanas a partir de um tanque de cultivo de 1000 litros. Como primeira aplicação industrial, a empresa pretende entregar com o tanque cheio de HVO de algas todos os veículos a diesel fabricados em suas plantas no Japão no início da década de 2030. O diretor e CSO Takeji Kojima enquadrou a iniciativa na estratégia de «múltiplas soluções» da Mazda rumo a um modelo energético circular de base regional.
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A Autoridade Marítima e Portuária de Singapura (MPA), o grupo CMA CGM e a Singapore LNG Corporation (SLNG) assinaram um memorando de entendimento para explorar o fornecimento e o uso do biometano liquefeito como combustível marinho em Singapura. Os parceiros trocarão conhecimentos sobre certificação, rotas de fornecimento e contabilização das reduções de gases de efeito estufa quando o biometano for misturado à infraestrutura de gás compartilhada, e realizarão pilotos e testes em condições operacionais reais. A SLNG destaca que é uma das primeiras terminais de GNL da região certificadas sob o ISCC EU para lidar com biometano liquefeito.
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Uma coluna da edição online do mensal japonês «Jigyō Kōsō» (reproduzida com permissão da nota oficial do Escritório de Kinki do METI, publicada originalmente em 3 de setembro de 2026) inaugura a série «Diário dos Combustíveis de Próxima Geração» sobre o combustível sustentável de aviação (SAF). O artigo explica que o SAF — produzido a partir de óleo de cozinha usado, biomassa lenhosa e bioetanol — é um combustível drop-in compatível com as aeronaves e a infraestrutura de abastecimento existentes, cortando as emissões de ciclo de vida em cerca de 60–80% em relação ao querosene convencional; a ICAO prevê que o SAF responda por cerca de 55% da descarbonização da aviação até 2050. O pacote de políticas do Japão inclui a meta de substituir 10% do combustível das companhias aéreas nacionais por SAF em 2030, um conselho público-privado sobre SAF, apoio do Fundo de Inovação Verde ao desenvolvimento tecnológico, respaldo dos títulos de transição GX ao investimento em grandes equipamentos de fabricação, um regime fiscal para promover a produção nacional em setores estratégicos e apoio à cadeia de suprimento de matérias-primas. As três principais barreiras: altos custos de produção, oferta restrita de óleo de cozinha usado com a concorrência internacional elevando os preços e a garantia da demanda durante a ampliação dos volumes (o fornecimento mundial de SAF em 2022 foi de cerca de 300000 quilolitros, apenas 0,1% do combustível de aviação mundial). Projetos nacionais avançam em Wakayama, Osaka, Chiba e Okinawa; a refinaria Sakai da Cosmo Oil começou a fornecer SAF de produção nacional em abril de 2025; o Escritório de Kinki organiza o «Fórum Kansai de Combustíveis de Próxima Geração NEXT» desde 2023, o mais recente em 10 de março de 2026.
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O Rio Grande do Sul realizou em 13 de outubro, em Ijuí, a primeira abertura nacional da colheita de canola, com a área da oleaginosa no estado estimada em 353397 hectares em 2026 — alta de 102,64% ante os 174394 hectares de 2025, segundo a Emater/RS-Ascar. A produção projetada é de cerca de 572000 toneladas, com produtividade média de 1619 kg por hectare, e o estado responde por mais de 90% da produção brasileira. Impulsionada pela demanda industrial por matéria-prima para biodiesel, a 3tentos — uma das organizadoras — investiu 60 milhões de reais em sua fábrica de Ijuí para produzir biodiesel a partir de canola e incentiva mais de 100000 hectares de plantio este ano.
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A Perpetual Next assinou um acordo de licenciamento e engenharia com a Air Liquide Engineering and Technologies para a tecnologia de conversão de gás de síntese em metanol — RectisolTM e metanol LurgiTM — para sua primeira fábrica de biometanol nos Países Baixos, com opção de estender o acordo a outras unidades. O acordo avança o «Biomethanol Blueprint» da empresa, conceito padronizado que integra torrefação, gaseificação, limpeza do gás de síntese e síntese de metanol para converter resíduos orgânicos de baixo valor, como madeira residual, em biometanol. A planta de Delfzijl prevê capacidade anual de 220000 toneladas de biometanol, voltada à demanda de metanol renovável de base carbono da indústria química e do setor marítimo.
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O Brasil exportou um pouco menos de 22900 metros cúbicos de biodiesel em setembro, quase o triplo do volume de agosto e o dobro dos 11300 m³ embarcados em setembro de 2025, segundo dados do MDIC citados pelo BiodieselBR — o maior volume mensal em 15 meses. Com mais de 100000 m³ embarcados no acumulado do ano, o Brasil está prestes a bater o recorde anual de exportações.
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Segundo os dados mais recentes da ANP, citados pelo BiodieselBR, na 40ª semana de 2026 (40S) as usinas brasileiras venderam o biodiesel ao preço médio de R$ 5622,84 por metro cúbico, alta de 2% em relação à semana anterior, retomando a trajetória de alta após uma pausa. O preço acumula valorização de 14,8% em 17 semanas quase consecutivas desde meados de junho e se aproxima dos níveis do início do ano, mas ainda faltam cerca de R$ 300 (5,3%) para recuperar os cerca de R$ 6 por litro do fim de 2025 e início de 2026. A publicação observa que a alta nos custos de produção superou os reajustes de preço aplicados na última semana, estreitando novamente as margens.
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A indústria de grãos dos Estados Unidos vê o setor de combustível sustentável de aviação (SAF) da Índia como um potencial novo mercado para o milho americano, segundo a UkrAgroConsult. A ideia é usar etanol de milho na tecnologia álcool-para-jato (ATJ) para produzir combustível de aviação. A indústria americana também promove milho importado para produzir etanol destinado a misturas mais altas em combustíveis rodoviários, como o E85, enquanto o programa indiano E20 continuaria dependendo principalmente de matérias-primas nacionais. Representantes dos EUA esperam que a futura demanda de etanol da Índia supere eventualmente a capacidade de sua base nacional de matérias-primas e veem a rede existente de destilarias de etanol como base para produzir SAF — embora sejam necessários investimentos em tecnologia, certificação e contratos de compra de longo prazo. O acesso do milho americano ao mercado indiano segue sendo um tema sensível, devido à proteção aos agricultores locais e às restrições a produtos transgênicos, por isso a indústria americana defende que o debate se concentre na pegada de carbono do ciclo de vida do etanol, e não apenas na origem da matéria-prima. O Hindustan Times informou ainda que empresas americanas também avaliam investir em usinas de SAF na Índia com tecnologia ATJ.
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A startup britânica de biotecnologia Neela Biotech, sediada em Cambridge, captou US$ 2,8 milhões em uma rodada pré-seed para levar sua tecnologia de conversão de resíduos em combustível sustentável de aviação (SAF) do laboratório a um teste em escala piloto em uma usina de biogás nos próximos dois anos. A empresa converte diversos fluxos de resíduos de alimentos, agricultura e resíduos florestais em ácidos graxos — um precursor essencial para a produção de SAF pela rota HEFA — por meio de um processo microbiano controlado guiado por IA, posicionando resíduos abundantes como alternativa aos escassos óleos de cozinha usados.
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A Growth Energy elogiou a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) por propor a realocação de 100% da diferença entre os galões isentos projetados e os reais, perdida com as isenções a pequenas refinarias (SREs), nas obrigações de volume renovável (RVOs) de 2025 no âmbito do Padrão de Combustíveis Renováveis. Em agosto, a EPA anunciou um plano de conceder 29 SREs no RVO de 2025 e comprometeu-se a compensar integralmente a demanda perdida antes do fim de outubro. A CEO da Growth Energy, Emily Skor, afirmou que realocar os galões perdidos fortaleceria a economia rural e daria aos agricultores mercados novos e confiáveis, reconhecendo parlamentares e o secretário de Agricultura Rollins pelo apoio aos biocombustíveis.
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A Continental Refining Company (CRC) informou que sua produção de biodiesel e as operações do terminal de combustíveis continuam sem interrupção enquanto realiza uma grande expansão que dobrará sua capacidade de produção de biodiesel. O projeto começou em agosto e deve ser concluído em 15 de novembro; a CRC também está construindo um ramal ferroviário ligando a instalação à linha principal da Norfolk Southern para receber e enviar biocombustíveis em todo o país. A planta de esmagamento de soja do complexo de 77 acres da empresa em Somerset, Kentucky, permanece inativa após um incêndio em 5 de julho; a CRC ainda avalia opções de reparo e reinício e busca um parceiro regional para operar seu elevador de grãos. Em setembro, a CRC lançou o P51, um produto de biodiesel de maior mistura testado por vários anos na frota de sua afiliada White Oil Company.
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Os preços da soja no Brasil caíram na última semana, já que a valorização do real frente ao dólar barateou a soja no mercado interno, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A saca de 60 kg de soja foi negociada, em média, por R$ 148,24 no mercado do Paraná na última semana, 3,8% menos do que na semana anterior; no porto de Paranaguá, a queda foi mais moderada, de 3,3%, com a saca cotada a R$ 155,46. O dólar comercial caiu 4,5% no mesmo período, pela taxa do Banco Central, e a baixa se aprofundou após o primeiro turno das eleições presidenciais no Brasil. O Cepea observou que os volumes de exportação têm ajudado a sustentar os preços.
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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou uma linha de crédito de R$ 150 milhões para a Soli3 União Central Cooperativa — sociedade entre as cooperativas gaúchas Cotrijal, Cotripal e Cotrisal — para financiar máquinas e equipamentos de uma planta de processamento de soja em construção. O empréstimo, no âmbito do programa Fundo Clima – Máquinas Verdes (o Fundo Clima vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e operacionalizado pelo BNDES), integra um projeto de R$ 1,25 bilhão para levar a cooperativa ao mercado de biodiesel. O crédito tem prazo de utilização de dois anos, prorrogável por mais 12 meses, e apoia metas de transição para uma economia de baixo carbono e de adaptação climática, além de agregar valor à soja dos cooperados.
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A XCF Global Inc. (Nasdaq: SAFX), produtora norte-americana de combustíveis renováveis, anunciou vendas brutas de produto superiores a US$ 12 milhões em setembro, oriundas de diesel renovável, com embarques de aproximadamente 1,4 milhão de galões da sua planta New Rise Renewables Reno, em Nevada. A produção diária subiu para cerca de 85000 galões por dia no fim de setembro, ante cerca de 50000 galões por dia na retomada da planta no início do ano e mais de 70000 em agosto. A receita inclui vendas de combustível, incentivos governamentais e atributos renováveis. O CEO Chris Cooper afirmou que a unidade avança rumo a operações comerciais repetíveis e sustentáveis a caminho da sua capacidade nominal de 38 milhões de galões por ano.
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Pesquisadores da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz (JGU) desenvolveram um novo processo de “eletrólise híbrida” que converte a glicerina — gerada em grandes volumes como subproduto da produção de biodiesel — em duas matérias-primas valiosas: ácido fórmico e hidrogênio, com resultados publicados na revista Advanced Energy Materials. Diferentemente da eletrólise convencional da água, o processo usa glicerina como matéria-prima junto com a água, de modo que, em vez de oxigênio, o produto do ânodo é o ácido fórmico, uma matéria-prima versátil da indústria química que hoje é produzida principalmente a partir de fontes fósseis. O processo também produz hidrogênio, que pode servir como vetor energético. O líder do estudo, Prof. Dr. Carsten Streb (Departamento de Química da JGU), disse que a abordagem pode dar uma contribuição importante para a eletrificação da indústria química, uma transformação que as empresas estão buscando em larga escala para reduzir as emissões de CO2.
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Em carta datada de 18 de setembro à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente francês Emmanuel Macron pediu a Bruxelas que flexibilizasse temporariamente as especificações de qualidade dos combustíveis da UE (densidade, dessulfurização) e que permitisse diesel com 10% de biodiesel (B10) em vez do padrão atual B7, como medidas emergenciais em meio à crise de diesel na França. Os preços do diesel na França subiram para cerca de 2,39 euros por litro, e entre 14% e 16% dos postos do país relataram falta de pelo menos um tipo de combustível em meados e no final de setembro de 2026. As refinarias francesas estimam que as mudanças poderiam elevar a produção doméstica de combustíveis em 5% a 20%. Segundo a dpa, Macron propôs que, após consulta às montadoras, fosse fixado um prazo para as regras flexibilizadas.
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O ministro cubano de Energia e Minas, Vicente de la O Levy, disse à Reuters em entrevista exclusiva em Havana (12 de outubro) que "não houve contrato de nenhum tipo com a ENETEC S.A." e que nenhuma empresa estatal cubana conseguiu garantir contratos de combustível, rejeitando qualquer vínculo do governo com os embarques de biodiesel apreendidos pelos EUA em setembro. Washington afirmou na semana passada ter apreendido 90 embarques separados de biodiesel avaliados em quase 3 milhões de dólares, sob contratos com a comercializadora estatal sancionada ENETEC. De la O Levy disse que as exportações americanas de combustível só são permitidas ao setor privado cubano, não ao governo, e que não cobrem nem 3% das necessidades do país. Cuba e a ONU classificam o bloqueio petrolífero como "ilegal" e contrário ao direito internacional.
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A Nel ASA (fabricante norueguesa de eletrolisadores) e a Rheinmetall AG assinaram um memorando de entendimento para explorar oportunidades conjuntas na produção descentralizada de combustíveis renováveis para defesa e infraestrutura crítica. A colaboração combina a tecnologia de eletrolisadores da Nel para hidrogênio renovável com o conceito Giga PtX e a experiência em integração de sistemas da Rheinmetall, a fim de avaliar soluções escaláveis e modulares para a produção localizada de combustíveis sintéticos de baixo carbono. A Noruega é o primeiro mercado-alvo, e a Rheinmetall busca um parceiro local líder em cada mercado. Os combustíveis sintéticos seriam substitutos diretos dos combustíveis convencionais sem mudanças nas aplicações de uso final; produzi-los perto dos centros de demanda visa reduzir a dependência da produção centralizada e de cadeias de suprimento longas e vulneráveis, fortalecendo a segurança energética e a preparação.
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A Comissão Europeia publicou a versão 3.0 do Guia do Usuário do Sistema de Informação EUDR para Operadores Econômicos (atualizado em 16 de setembro de 2026), com instruções passo a passo sobre registro de contas, EU Login, papéis de usuário e criação/gestão de Declarações de Due Diligence e Declarações Simplificadas, além do uso do painel e das funções de agrupamento. Também esclarece papéis e responsabilidades, incluindo procedimentos de reimportação: quando um reimportador qualificado não tiver recebido o número de referência original de seu fornecedor, poderá usar um número de referência convencional na declaração aduaneira (formato prescrito 22EU2222222222). A Comissão realizará sessões de treinamento virtual em outubro de 2026: Declarações de Due Diligence para operadores a montante nos dias 13 e 22 de outubro, e Declarações Simplificadas para operadores primários micro/pequenos nos dias 15 e 27 de outubro (hora da Malásia, GMT+8). Para os exportadores malaios de óleo de palma, os operadores da UE poderão solicitar cada vez mais dados de origem, geolocalização, rastreabilidade e legalidade para sustentar suas obrigações de conformidade.
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A nova análise da RSB argumenta que projetos de Power-to-X avançando para a implantação comercial precisam de mais do que tecnologia comprovada: padrões de sustentabilidade confiáveis, garantia independente, cadeias de suprimento rastreáveis e regras claras para declarações. Retraça o trabalho da RSB desde seu Grupo de Trabalho Power-to-X de 2021 (52 participantes de 31 organizações), cujas disposições alimentaram o Padrão RSB de Combustíveis Avançados em 2022; cita o Real Decreto 611/2026 da Espanha, que introduz metas nacionais de RFNBO a partir de 2027, como exemplo de marcos de mercado emergentes; e aponta para a Estrutura de Certificação Preliminar da RSB (lançada em julho de 2026) e o roteiro de PtX e aviação sustentável da Ásia-Pacífico de novembro de 2025. Fecha com seis perguntas para desenvolvedores: requisitos de sustentabilidade, demonstração de conformidade, rastreabilidade, declarações, acesso ao mercado e regulamentação em evolução.
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Na reunião do Gabinete presidida pelo ministro-chefe Yogi Adityanath em 9 de outubro, o governo de Uttar Pradesh aprovou a Política de Promoção da Fabricação de Combustível de Aviação Sustentável-2026, com o objetivo de transformar o estado em um importante centro de produção de SAF. A política incentiva o SAF a partir de resíduos agrícolas, resíduos municipais e sementes oleaginosas não comestíveis — incluindo casca de arroz, palha de trigo e bagaço de cana-de-açúcar — e conta com as fortes indústrias de cana-de-açúcar e etanol do estado para apoiar biocombustíveis de segunda geração e a rota álcool-para-jato (alcohol-to-jet). As unidades fabris são classificadas por tamanho do investimento: grandes (Rs 2.000.000.000-5.000.000.000), mega (Rs 5.000.000.000-15.000.000.000) e ultramega (acima de Rs 15.000.000.000). Os incentivos incluem isenção de imposto de selo, isenção de taxas de conversão de uso do solo e de desenvolvimento, reembolso do GST estadual líquido, subsídios de juros, isenção total do imposto sobre eletricidade por até 10 anos, subsídios de capacitação e reembolso de taxas de registro de patentes. A Agência de Desenvolvimento de Energias Novas e Renováveis de Uttar Pradesh (UPNEDA) será o órgão responsável por aprovar e desembolsar os incentivos, e a política terá vigência de cinco anos.
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Na coletiva de imprensa da IPOC 2026 em Jacarta, em 9 de outubro, o presidente da GAPKI, Eddy Martono, disse que as empresas indonésias de óleo de palma estão praticamente prontas para o Regulamento contra o Desmatamento da UE (EUDR), com geolocalização e licenciamento em dia. O maior desafio está nos pequenos produtores, que ainda enfrentam problemas de legalidade fundiária. O EUDR exige o compartilhamento de dados de geolocalização das plantações, enquanto a regulamentação indonésia proíbe a divulgação pública desses dados. Eddy, recém-chegado de Amsterdã após reuniões com a embaixada da Indonésia e importadores da UE, disse que os compradores europeus também temem a aplicação do EUDR e buscam uma solução vantajosa para todos, pois dependem do óleo de palma indonésio. A Indonésia propôs um memorando de entendimento com a UE, e o acordo comercial IEU-CEPA — previsto para 2027 — concederia acesso com tarifa zero a 1 milhão de toneladas de óleo de palma para a UE. O secretário-geral da GAPKI, Hadi Sugeng, alertou que as exportações de 2027 podem cair para apenas 26,5 milhões de toneladas (produção de 56,6 Mt sob El Niño, contra um potencial de ~60 Mt; o B50 durante todo o ano absorveria ~17,4 Mt e o consumo interno chegaria a ~30 Mt), colocando em risco a balança comercial da Indonésia.
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A associação indonésia de óleo de palma GAPKI prevê alta dos preços do óleo de palma em 2027, pois a forte absorção doméstica para biodiesel reduzirá as exportações da Indonésia. O secretário-geral Hadi Sugeng Wahyudiono afirmou que a mudança apertaria o equilíbrio global de óleos vegetais e poderia encarecer o óleo de cozinha e derivados no mercado interno. A GAPKI mantém o otimismo de que a produção de 2026 atinja 58,8 milhões de toneladas; as projeções completas de preços para 2027 serão apresentadas por analistas globais, incluindo Dorab Mistry, na IPOC 2026 em Bali, de 11 a 13 de novembro.
Por que importa:O óleo de palma responde por cerca de 35% do suprimento mundial de óleos vegetais e é matéria-prima-chave do biodiesel; mudanças nas exportações da Indonésia afetam diretamente custos e cadeia de suprimento do biodiesel.