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Todas as notícias · #electrolysis

Notícias de fontes publicadas nos últimos 30 dias. Cada registro mantém a data original.

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Última coleta bem-sucedida (UTC)

Data de publicação da fonte · UTC+8

13 de out.ter.
  1. E-fuels
    Staffetta Quotidiana · EnergyImportância: Relevante

    Data de publicação da fonte

    Nel ASA e Rheinmetall assinam memorando sobre produção descentralizada de combustíveis sintéticos para defesa e infraestrutura crítica

    A Nel ASA, fabricante norueguesa de eletrolisadores, e a Rheinmetall AG assinaram um memorando de entendimento para explorar oportunidades conjuntas na produção descentralizada de combustíveis renováveis para defesa e infraestrutura crítica. A colaboração combina a tecnologia de eletrolisadores da Nel para hidrogênio renovável com o conceito Giga PtX da Rheinmetall e sua experiência em integração de sistemas, a fim de avaliar soluções escaláveis e modulares para a produção local de combustíveis sintéticos de baixo carbono. A Noruega é o primeiro mercado-alvo, e a Rheinmetall busca um parceiro local de referência em cada mercado. Os combustíveis sintéticos seriam substitutos diretos dos convencionais, sem mudanças nas aplicações finais; produzi-los perto dos centros de demanda visa reduzir a dependência da produção centralizada e de cadeias de suprimento longas e vulneráveis, fortalecendo a segurança energética e a preparação.

30 de set.qua.
  1. Feedstocks
    Google News · BIODIESEL · deImportância: Relevante

    Data de publicação da fonte

    Equipe de Mainz transforma glicerina, subproduto do biodiesel, em ácido fórmico e hidrogênio por eletrólise híbrida

    Pesquisadores da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz (JGU) desenvolveram um novo processo de “eletrólise híbrida” que converte a glicerina — gerada em grandes volumes como subproduto da produção de biodiesel — em duas matérias-primas valiosas: ácido fórmico e hidrogênio, com resultados publicados na revista Advanced Energy Materials. Diferentemente da eletrólise convencional da água, o processo usa glicerina como matéria-prima junto com a água, de modo que, em vez de oxigênio, o produto do ânodo é o ácido fórmico, uma matéria-prima versátil da indústria química que hoje é produzida principalmente a partir de fontes fósseis. O processo também produz hidrogênio, que pode servir como vetor energético. O líder do estudo, Prof. Dr. Carsten Streb (Departamento de Química da JGU), disse que a abordagem pode dar uma contribuição importante para a eletrificação da indústria química, uma transformação que as empresas estão buscando em larga escala para reduzir as emissões de CO2.